As startups têm tomado cada vez mais espaço no mercado de trabalho brasileiro. Com o DNA jovem e inovador, esse modelo de negócio ganhou a atenção dos profissionais e viram suas vagas se tornarem disputadas. No entanto, não é todo mundo que se adequa ao modo de trabalho. De acordo com a Randstad Technologies, empresa de soluções de TI, o perfil de colaborador desse tipo de empresa é mais dinâmico e pouco convencional.
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A empresa explica que, por estar em fase de desenvolvimento e crescimento, as startups buscam por pessoas multifuncionais. Isso quer dizer que o profissional dificilmente desenvolverá somente uma tarefa e a tendência é que ele transite por diversos setores da empresa.
Por isso, os jovens sentem-se mais atraídos pelas startups – e a recíproca é verdadeira, já que um profissional com mais experiência de mercado já desenvolveu uma forma de trabalhar e adaptar-se à nova mentalidade pode ser difícil.
Em consonância, os processos seletivos também são diferenciados: a agilidade é essencial. Enquanto uma empresa tradicional realiza um recrutamento dentro de um período médio de três semanas, as startups completam o processo em apenas uma, considerando da primeira lista à contratação.
Quando o assunto é posição de liderança nas startups, na maioria dos casos, a cúpula das startups é formada por pessoas de confiança dos fundadores. A Randstad explica que precisa ser alguém que faça o fundador sentir-se confortável em entregar a responsabilidade de seu próprio negócio. A dica da empresa é promover o networking é a palavra-chave, fazendo contato com pessoas do setor e esteja sempre trocando informações. A maior parte dos cargos altos de startups são preenchidos por conhecidos e indicações.

