NacionalNegócios

Suse passa a integrar catálogo de soluções para o setor público brasileiro

A Suse, fornecedora de software empresarial de código aberto, firmou um acordo corporativo com o Governo Federal, no âmbito do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), e passou a integrar o Catálogo de Soluções de TIC com Condições Padronizadas. O modelo estabelece Preços Máximos de Compra (PMC-TIC) para todos os itens do portfólio da empresa, que passam a funcionar como valores de referência para a fase de planejamento das aquisições. Esses parâmetros podem ser utilizados por mais de 250 órgãos do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (SISP), além de permitir a adesão de estados e municípios.

CONTEÚDO RELACIONADO: 95% dos projetos de IA generativa ainda não geram impacto financeiro nas empresas

A partir desse acordo, passam a integrar esse modelo itens do portfólio da Suse que incluem serviços profissionais e componentes como o Rancher Prime, voltado à orquestração de contêineres; o sistema operacional Suse Linux Enterprise Server (SLES); a plataforma de IA da empresa; o Multi Linux Manager e o Multi-Linux Support; e seu serviço de virtualização.

Em órgãos e instituições do governo que utilizam tecnologia em suas operações, esse conjunto de produtos e serviços pode ser aplicado de forma ampla. Nos casos que envolvem virtualização e a convivência de múltiplas distribuições Linux, modelos como o Multi-Linux Support e o Suse Virtualization podem contribuir para reduções relevantes de custos operacionais.

Suse defende o código aberto até no setor público

Para João Pereira, diretor de Vendas da companhia para o setor público, o software open source corporativo é um dos pilares da modernização da administração pública. Segundo ele, esse modelo permite que governos avancem em inovação com mais autonomia, segurança e controle, ao mesmo tempo em que reduzem dependências de plataformas proprietárias e ganham agilidade operacional na gestão de seus ambientes digitais.

“O acordo com a SUSE não é apenas uma economia de escala, é um movimento de independência tecnológica. Ele substitui a dependência de caixas-pretas proprietárias por uma infraestrutura aberta, auditável e portável. Isso garante que o controle dos serviços públicos e dos dados dos cidadãos brasileiros permaneça, em última instância, sob o domínio e a supervisão do Estado brasileiro”, afirma o diretor.

Participe das comunidades IPNews no Instagram, Facebook, LinkedIn e X (Twitter).

Newsletter

Inscreva-se para receber nossa newsletter semanal
com as principais notícias em primeira mão.


    Deixe um comentário

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *