Negócios

Telegram diz que conversão de 3% de sua base já pagam seus custos

O Telegram lançou seu plano de assinatura essa semana e o fundador do mensageiro, Pavel Durov, comunicou quanto será necessário para manter a plataforma operando apenas com o suporte de usuários. Serão necessários entre 2,5% e 3% da base de usuários para que o Telegram possa pagar seus custos, que giram em torno de R$ 100 milhões por mês.

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O comunicado foi feito por Durov em seu próprio canal no Telegram, onde ele disse que “isso anunciará uma nova era centrada no usuário na história dos serviços de mídia social”. Com a receita oriunda apenas de assinantes, ele garante que não seria necessário ir atrás de outras fontes para manter a operação do Telegram. 

Segundo a empresa, são 700 milhões de usuários em todo o mundo. Com a assinatura custando em torno de US$ 5, já incluídos o custo das lojas de aplicativos, a receita de 3% dos usuários (cerca de 21 milhões) chegaria a US$ 105 milhões. 

Telegram Premium 

O serviço premium do Telegram foi lançado essa semana e já está disponível para os usuários brasileiros. Alguns dos recursos exclusivos são a opção de transcrever mensagens de voz e a possibilidade de enviar arquivos de até 4 GB. 

É possível encontrar diferentes preços para a assinatura do serviço. Nas lojas de aplicativos Google Play Store e Apple Store, o serviço custa R$ 23,90 e R$ 24,90, respectivamente. No entanto, ao baixar o app do Telegram diretamente pelo site da plataforma, o preço da assinatura cai consideravelmente: R$ 12,49. 

Isso acontece porque, provavelmente, o Telegram inclui o percentual que as lojas do Google e da Apple cobram de serviços que usam suas plataformas. Ao baixar o app pelo site oficial – disponível apenas para Android e Windows – a empresa consegue fugir das taxas. 

 

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