Entre as entidades que oferecem o serviço a seus clientes através da tecnologia da empresa estão a Associação Comercial de São Paulo, a Catho Online, o Grupo Impacta, e o Terra, para quem, só nos primeiros 10 meses de operação, a Tesa entregou infra-estrutura para 110 mil usuários residenciais e 30 clientes corporativos
Apesar de estar há dois anos no mercado brasileiro de voz sobre IP, o nome Tesa Brasil não é facilmente encontrado por aí. Isso porque, desde o início de suas operações, a empresa, subsidiária da South American Communication LCC, baseada nos Estados Unidos, optou por explorar as oportunidades que a nova tecnologia trás através de parcerias.
Através desse modelo de negócios, a Tesa tem buscado se associar a empresas e entidades com grande número de usuários para oferecer seu softphone e sua estrutura, viabilizando a comunicação VoIP para suas bases. A ferramenta não é vendida e o retorno vem através de uma divisão do faturamento entre a Tesa e o parceiro. O usuário final tem contato com um software com o look-and-feel de sua entidade.
O esquema parece estar dando muito certo. Entre as entidades que oferecem o serviço a seus clientes através da tecnologia da empresa estão a Associação Comercial de São Paulo, a Catho Online e o Grupo Impacta. No entanto, a grande estrela é o Terra, para quem a Tesa fornece toda a tecnologia VoIP. Só nos primeiros 10 meses de operação foram adquiridos 110 mil usuários residenciais e 30 clientes corporativos.
Um dos grandes atrativos do modelo para os clientes, além da falta de necessidade de altos investimentos iniciais, está no fato de que a empresa possui as licenças SCM e STFC da Anatel para operar com números válidos no país inteiro. Além disso, sua plataforma VoIP foi desenvolvida por sua própria equipe de engenharia brasileira e o softphone pode ser customizado com espaços disponíveis para inclusão de notícias e broadcasting de música e vídeo.

