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TI emprega, mas ainda sofre com falta de qualificação profissional

A empregabilidade no segmento de TI está resistindo à pandemia de covid-19. Em 2020, houve um crescimento de 63% no número de vagas de trabalho entre janeiro e setembro, na comparação com o mesmo período de 2019. O número de oportunidades chegou a 12,6 mil, de acordo com levantamento do Banco Nacional de Empregos (BNE). No entanto, as empresas ainda sofrem com a falta de mão de obra no setor e o IBGE estima cerca de 290 mil vagas em aberto até 2024.

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“Com a migração para o digital e a tecnologia substituindo muitas profissões, as vagas de trabalho, que antes já eram abundantes, agora são mais ainda, porém ainda faltam no mercado profissionais qualificados”, conta Marcondes Gorgonho, mestre e doutorando em Engenharia de Software da Unyleya, uma das primeiras Instituições de Ensino 100% EAD no Brasil. Segundo Marcondes, entre os cursos mais procurados na Unyleya estão o de tecnologia e engenharia de software.  

Em vista da quantidade de vagas existentes e o número de desempregados devido à falta de qualificação, Marcondes conta que investir em cursos de qualidade e que irá desenvolver os skills profissionais certos, saber escolher a Instituição de Ensino em que o aluno irá estudar, se atualizar sempre e nunca deixar de estudar é fundamental para quem quer estar sempre empregado e bem colocado no mercado de TI. 

Fundador da SuperGeeks e CS Plus, Marco Giroto, explica que muito além dos cursos de graduação e especialização para qualificar esses profissionais de TI, há uma outra questão que precisa ser levada em consideração no que diz respeito à qualificação da mão de obra. Para que haja bons profissionais é necessário também que haja uma boa base escolar. 

“Aprender Ciência da Computação logo cedo se faz cada vez mais necessário. Precisamos preparar as crianças para demandas futuras e para que façam parte de uma massa digital qualificada e preparada. Isso porque a maioria das profissões dependerão de bons conhecimentos em Ciência da Computação. Muitos empregos deixarão de existir e serão substituídos por máquinas e estaremos conectados 100% à internet e tecnologias como Inteligência Artificial, impressão 3D, realidade virtual e aumentada, robôs e drones”, explica. 

 

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