O produto foi remodelado para atender à grande demanda do mercado por produtos completos e flexíveis.
A Ticket apresenta o novo Ticket Car, produto de gestão de despesas de veículos que foi inteiramente remodelado. Segundo André Moreto, gerente de produto da empresa, a remodelação surgiu como reflexo da observação do mercado de gestão de despesas de veículos, por conta da grande demanda atendida.
“As empresas se preocupam cada vez mais em ter uma operação com custos controlados. O reflexo é a demanda por mais controle e informações. Além disso, cada empresa adota políticas diferentes para cada tipo de usuário. Assim, apenas um produto completo e flexível consegue ser competitivo”, explica Moreto.
O projeto foi uma iniciativa da área de Produtos do Ticket Car. A partir da idéia original, o projeto foi concebido com envolvimento das áreas de Tecnologia, Comercial, Marketing e Operacional, além da equipe de Produtos. A nova plataforma tecnológica mobilizou investimentos de R$ 10 milhões.
Para os clientes atuais e prospects, o novo produto será divulgado por mídia eletrônica (email, marketing e hotsite). Foi realizado também no Bar des Arts, em São Paulo, um evento para apresentar a solução para os principais clientes locais e de todo o Brasil. Para os novos clientes, a estratégia é trabalhar com marketing direto e investir na capacitação da equipe comercial, de aproximadamente 100 pessoas, em todo o Brasil. “Como o Ticket Car é um produto segmentado, acreditamos que a comunicação dirigida é a melhor opção”, conta Moreto.
O Produto
Entre as novidades está o fato de que o Ticket Car passa a operar 100% online e em tempo real, sem deixar de ser o único do mercado a trabalhar também de forma off-line, se necessário. A medida dá ao cliente agilidade e controle sobre sua frota, já que permite o domínio total de todos os processos 24 horas por dia. “Este investimento torna o produto ainda mais diferenciado, na medida que proporciona grandes benefícios para as empresas-clientes”, afirma Moreto.
Novas funcionalidades também foram incorporadas ao produto com a finalidade de permitir que cada cliente seja único, atendendo às suas demandas específicas. Uma delas é a possibilidade do gestor montar sua própria rede de estabelecimentos para abastecimento baseado em diferentes parâmetros, como estado ou cidade. A rede específica permite a concentração de volume de abastecimento em postos com melhores preços, por exemplo.
Outra vantagem que poderá trazer ainda mais economia às frotas é a negociação direta de preços de mercadorias online, entre cliente e estabelecimentos, e a limitação de preço mínimo por mercadoria, aumentando o controle e minimizando desvios. “Criamos, desta forma, um produto ainda mais dinâmico e completo, além de proporcionar ganhos gerenciais significativos”, sintetiza Moreto.
A segurança das informações e das transações financeiras também foi uma grande preocupação na concepção da nova plataforma. Além do acompanhamento e ação do gestor de forma online e em tempo real, todos os 220 mil cartões do Ticket Car em funcionamento serão substituídos por novos plásticos com a tecnologia smart cards, que possui o padrão internacional EMV, tecnologia que será utilizada pela primeira vez no mercado brasileiro. “Assim como inovamos ao lançar a tecnologia smart em nosso produto, antes mesmo do setor bancário, seremos os primeiros a utilizar o chip JavaCard, que permite maior segurança contra farudes e clonagens”, finaliza Moreto.
Ticket Car para PMEs
As pequenas e médias empresas começam a perceber os benefícios de um controle eficiente dos custos. O resultado dessa nova mentalidade já pode ser verificada com a expressiva expansão que o Ticket Car vem apresentando em 2008. Apenas nos primeiros cinco meses do ano, o crescimento entre as PMEs (Pequena e Médias Empresas) já é de 40% e a expectativa é de fechar o ano com aumento de 70% na carteira de clientes.
Hoje, a empresa atende 1.600 empresas de pequeno e médio porte e administra 13 mil veículos. Até o final do ano, esse número deve saltar para 2.600 companhias, totalizando cerca de 17 mil veículos. Ao todo o produto antende a mais de 4 mil empresas-clientes. São 220 mil veículos geridos, atendidos por meio de 10 mil estabelecimentos credenciados. Para Mauro Lucio Barros, supervisor de canais de vendas do Ticket Car, a percepção de que é preciso separar os gastos pessoais dos empresariais e de que é indispensável uma boa gestão de custos é o que justifica esse resultado. “Pesquisas de importantes organizações, como Sebrae, mostram como essas dificuldades prejudicam a rentabilidade das empresas e tiram o foco do seu negócio principal”, explica.
Uma pesquisa da Nielsen Company revela que as PMEs do país precisam aproveitar melhor os benefícios que os instrumentos financeiros empresariais desenvolvidos especialmente para esse segmento, pois permitem administrar melhor o fluxo de caixa, além de obter financiamento. “No que se refere a métodos de pagamento, 76% das PMEs brasileiras utilizam formas ineficientes de pagamento como cheque e dinheiro para seus gastos cotidianos, incluindo os custos com combustíveis. A má administração de recursos acaba trazendo prejuízos às empresas”, diz Mauro Lúcio.
Para atender essa necessidade, o Ticket Car desenvolveu uma estratégia específica para esse mercado, que envolve a facilidade na obtenção de crédito, além de um total controle dos gastos, com eleboração de relatórios individuais que podem ser emitidos para cada veículo da frota. Assim, o gestor tem clara visão de como estão sendo originadas as despesas, podendo mudar suas estratégias e melhorar o seu fluxo de caixa.
“Além do controle, o Ticket Car funciona como uma linha de crédito, sem juros”, ressalta Mauro Lucio. O motorista abastece seu veículo e a Ticket fatura as despesas a prazo. Uma outra vantagem é que o empresário pode determinar uma série de parâmetros para utilização do cartão, como o tipo de combustível a ser utilizado, quantos litros podem abastecer, limites de quilometragem e se ele pode usar o cartão para serviços em oficinas. “Com este controle, a economia para a empresa chega a até 20%, em média, já que são coibidos os usos indevidos da verba de transporte”, completa.

