Internet das Coisas

TIM ingressa no mercado de iluminação pública inteligente em parceria com a M2M Telemetria

A oferta permite a criação de sistemas que acompanham, em tempo real, o desempenho de toda uma rede implementada, a partir da transmissão e recebimento de dados enviados por um controlador independente instalado nas luminárias, composto por termômetro, sensor de luminosidade, microprocessador, memória e eSIM. Com o sistema ‘NOX Smart Lighting’ é possível transmitir e receber informações e comandos para acender ou apagar uma ou um conjunto de luminárias, de dimerização, de identificação de comportamentos e predição de defeitos, além de processamento inteligente de dados com rotinas de avaliação de operação e controle do consumo de energia.

A rede de internet das coisas da TIM, baseada em tecnologia NB-IoT, chega a 3.460 cidades, e habilitando conectividade para clientes no Agronegócio, no setor de segurança pública e para o mercado automotivo, ligando escritórios, fazendas e máquinas, ajudando no monitoramento de lavouras ou acompanhando, em tempo real, o transporte de mercadorias. Estas soluções IoT estão disponíveis no primeiro marketplace de uma operadora dedicada a soluções corporativas.

Paulo Humberto Gouvêa, diretor de Soluções Corporativas da TIM Brasil, reforça também a importância da tecnologia eSIM, presente nos principais projetos de conectividade com empresas pelo país. Segundo ele, o eSIM, ou chip eletrônico, possibilita o ganho de escala de implementação das soluções IoT com segurança, resistência a altas temperaturas e trepidações, além da redução de processos humanos na linha de montagem de equipamentos IoT. É a opção mais segura e prática que disponibilizamos a clientes corporativos, independentemente de sua área de atuação”.

Para Felipe Fulgêncio, diretor Executivo da M2M Telemetria, a inovação trazida por TIM e M2M marca uma nova era para a gestão de Iluminação Pública no Brasil ao endereçar dois dos maiores problemas da implementação deste tipo de sistema: a utilização de tecnologia de padrão aberto e interoperável elimina o risco de utilização de redes proprietárias e protocolos fechados, protegendo o investimento da cidade e garantindo seu funcionamento pelo tempo do contrato com custos garantidos e conhecidos na assinatura do contrato, além de agilizar a implementação ao não ser necessário construir uma rede proprietária antes de instalar os controladores.

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