A Totvs anunciou os resultados financeiros e operacionais do primeiro trimestre de 2025, com crescimento de 19% da Receita Líquida, que chegou a R$ 1,5 bilhão. O Lucro Líquido Ajustado de R$ 228 milhões, uma alta de 44% ano contra ano, foi motivado principalmente pelo aumento de 24% no EBITDA Ajustado, que atingiu os R$ 379 milhões, e uma Margem EBITDA de 25,9% (+90 pontos base ano contra ano). Os números não consideram o resultado da Techfin.
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O principal impulsionador do crescimento da Receita Líquida Consolidada no período foi a aceleração sequencial do crescimento da Receita Recorrente, que passou de 21% no último trimestre de 2024 para 23% no primeiro trimestre de 2025. A Adição Líquida de ARR teve recorde no período, totalizando R$ 287 milhões, com aumento de 51% no comparativo anual.
Na BU de Gestão, os destaques foram o crescimento de 24% da Receita Recorrente – que manteve a relação de 89% da Receita Total – e de 22% no EBITDA Ajustado. Este desempenho é puxado principalmente pela manutenção dos elevados patamares de novas vendas de SaaS e Cloud. A Receita de SaaS no período foi de R$584 milhões (+35% ano contra ano), já a Receita Líquida ultrapassou R$1,3 bilhão, um acréscimo de 19% em relação ao mesmo período do ano passado.
Já a unidade de negócio RD Station apresentou uma alta de 19% da Receita Recorrente. Apesar de sazonalmente mais fraco em volume de vendas, o avanço na adição de ARR do primeiro trimestre foi favorecido pelo crescente desempenho das vendas de soluções multiproduto, levando a BU para mais de R$ 612 milhões de ARR, 21% acima do mesmo período de 2024. A Margem EBITDA Ajustada cresceu 430 pontos base ano a ano, o que reflete, principalmente, o ganho de escala gerado pelo avanço da Receita Líquida, assim como o avanço no processo de integração das adquiridas.
A unidade de negócio Techfin teve como destaque um forte crescimento de 26% na Receita Líquida de funding, sobretudo pelo aumento de 23% da Produção de Crédito. Esse resultado demonstra, mais uma vez, a resiliência e a disciplina deste negócio, mesmo diante de um cenário desafiador para o mercado de crédito no Brasil, marcado por custos elevados de financiamento e pelo ciclo de alta da taxa Selic.
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