
A forma como usuários descobrem conteúdos, produtos e serviços na internet está passando por uma transformação significativa – e os assistentes de inteligência artificial começam a ocupar o espaço que antes era dominado pelos buscadores tradicionais. É o que aponta um novo estudo da Semrush, que acaba de lançar o painel AI Traffic dentro da plataforma Traffic & Market Toolkit.
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Segundo a empresa, a nova ferramenta permite monitorar, em tempo real, o tráfego gerado por assistentes de IA como ChatGPT, Copilot, Gemini e Perplexity – sem que o usuário precise realizar uma busca tradicional.
De acordo com o levantamento, 13 milhões de adultos nos Estados Unidos já usam ferramentas de IA generativa como seu principal método de busca. A projeção é que esse número salte para 90 milhões até 2027, indicando uma migração consistente dos mecanismos clássicos, como o Google, para interfaces baseadas em inteligência artificial.
O relatório reforça que essa mudança de comportamento já influencia decisões de compra e pode reposicionar marcas nos ecossistemas digitais. Aquelas que souberem antecipar o impacto da IA na descoberta de conteúdo terão vantagem competitiva sobre quem ainda opera exclusivamente em estratégias de SEO voltadas para buscadores tradicionais.
Com os assistentes de IA atuando como novo ponto de partida para a navegação digital, monitorar a presença da marca nessas plataformas passa a ser uma necessidade estratégica, especialmente em um cenário em que a busca se torna cada vez mais conversacional e contextual – e menos centrada em palavras-chave.
| Busca Tradicional (Google) | Busca com IA (Conversacional + Contextual) |
|---|---|
| Baseada em palavras-chave | Baseada em linguagem natural |
| Resultados em links | Respostas diretas, com resumo ou recomendação |
| Reativa: você precisa buscar | Proativa: a IA pode sugerir antes mesmo da busca |
| Um resultado por vez | Diálogo contínuo, com aprofundamento em tempo real |
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