Lançamentos da incorporadora em 2008 atingem R$ 1,4 bilhão de potencial de vendas.
A incorporadora Rossi realizou 23 projetos no primeiro semestre de 2008, atingindo um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,4 bilhão no período, com participação Rossi de R$ 954 milhões. As vendas contratadas no acumulado do ano atingiram R$ 1,1 bilhão, com crescimento de 63% sobre igual período de 2007, refletindo o aquecimento do mercado. A participação da Rossi nessas vendas foi de R$ 845 milhões. De abril a junho de 2008, as vendas contratadas somaram R$ 711 milhões, 124% a mais do que as do segundo trimestre do ano anterior.
“Com esses resultados estamos confiantes que atingiremos nossa meta de R$ 2,5 bilhões em VGV para o ano. A demanda por nossos produtos segue aquecida: registramos R$ 313,5 milhões de vendas totais contratadas em junho e R$ 280,1 milhões em julho”, diz o presidente da empresa, Heitor Cantergiani.
A Rossi continua avançando no segmento econômico, dentro do qual lançou oito empreendimentos neste ano, totalizando 1.655 unidades e um VGV de R$ 264 milhões. Para o segundo semestre de 2008, a previsão é de colocar no mercado 28 projetos, com cinco mil unidades, que representarão um VGV de R$ 500 milhões. Grande parte desses empreendimentos será financiada pelo Crédito Associativo da Caixa Econômica Federal.
Em 2008, 30% dos lançamentos de Rossi estarão voltados para o segmento econômico. A Companhia conta com R$ 5,3 bilhões em VGV no landbank (banco de terrenos) nesse segmento a serem lançados nos próximos anos. Em 2009, planeja lançar empreendimentos no segmento super econômico, com unidades com valor inferior a R$ 90 mil.
A margem bruta no segundo trimestre de 2008 subiu 2,2 pontos percentuais, para 39,7%, em linha com as projeções de longo prazo da Companhia. A variação do INCC (Índice Nacional da Construção Civil) contribuiu para tal aumento. No semestre, a margem foi de 36,4%.
O lucro bruto apresentou um acréscimo de 75%, passando de R$ 66 milhões no segundo trimestre de 2007 para R$ 115,5 milhões no período equivalente de 2008. Já o lucro líquido cresceu 45%, para R$ 50,8 milhões. No acumulado do ano, o lucro bruto totalizou R$ 180,6 milhões, apresentando um incremento de 47,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. O lucro líquido de janeiro a junho foi de R$ 71,1 milhões, crescimento de 11,3% e margem líquida de 14,3%. Esta foi pressionada pelos gastos comerciais.
A receita operacional líquida somou R$ 291,1 milhões no segundo trimestre de 2008 e acumulou R$ 496,6 milhões no ano. Os incrementos foram de 65,3% e de 44,8% sobre os respectivos períodos de 2007. O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) alcançou R$ 46,6 milhões no trimestre de 2008, apresentando um aumento de 27,3% e margem de 16%. No acumulado do ano, o crescimento foi de 9,2%, totalizando R$ 67,9 milhões, com margem de 13,7%.

