Casos de sucesso

Vivo registra lucro de R$ 1,9 bilhão no ano passado

Valor foi 116% a mais que o conseguido em 2009.

A Vivo apresentou lucro líquido recorde, 116% maior do que o registrado nos 12 meses de 2009: R$ 1,9 bilhão contra cerca de R$ 880 milhões, com aumento de 57,5% na receita de dados e serviços de valor agregado (SVA) no ano, além da expansão de 10% na receita líquida de serviços na comparação anual.

A média de uso em minutos (MOU) dos usuários aumentou 26,1% (116 contra 92 minutos) e a receita média por usuário (ARPU) teve crescimento pelo terceiro trimestre consecutivo. Somente em 2010, o número de clientes com planos de dados cresceu 87,3%.

A operadora tem 40,1% de market share do acesso à internet via placas com adições líquidas de 72% no ano. Sua cobertura 3G atingiu 1.206 cidades em dezembro de 2010, e contribuiu para o crescimento de 16,5% da base de clientes (60,3 milhões) e para a expansão de 29,1% no segmento pós-pago. A Vivo contabiliza 29,7% de participação no mercado brasileiro de telecomunicações móveis, sendo 35,2% de market share no pós-pago.

A companhia reduziu 54,4% seu endividamento líquido, para R$ 1,7 bilhão, sendo 82% da dívida com perfil de longo prazo. A geração de caixa da companhia foi 63,7% maior em , na comparação com 2009. Os dividendos propostos aos acionistas serão de R$ 5,73 por ação, tanto para papéis ordinários quanto preferenciais, totalizando R$ 2,3 bilhões, ou seja, 127% do lucro líquido do ano, excluída a reserva legal.

Em 2011, os investimentos previstos pela Vivo serão de R$ 3,48 bilhões, sendo que o pagamento pelas licenças adquiridas no leilão realizado pela Anatel das sobras de frequências, em dezembro de 2010, já está incluído nesse montante.

No 4º trimestre de 2010 foi conquistado lucro líquido de R$ 864,2 milhões. O crescimento anual da receita de dados e valor agregado (SVA) foi de 48% n na comparação dos últimos trimestres de 2010 e de 2009, com expansão anual de 57,5%. O aumento da receita de internet móvel (4T x 3T) foi de 65,4%. No ano, o incremento foi de 94,5%.

O market share do segmento pós-pago atingiu 35,24%, ganhando 3% sobre 2009.  O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortizações e depreciações) foi de R$ 5,8 bilhões (32,2% de margem), aumento de 11,6% em 2010. No 4º trimestre, a expansão do Ebtida (34,5% de margem) foi de 20,9%, quando comparado com o mesmo trimestre de 2009. A receita líquida anual da operadora cresceu 8,8%, de R$ 16,6 bilhões para R$ 18,1 bilhões.

Investimento da Vivo deve atingir R$ 3,4 bilhões em 2011

Os investimentos da Vivo no Brasil neste ano serão maiores do que em 2010. O orçamento aprovado pelo Conselho pode atingir a marca de R$ 3,48 bilhões. Na comparação com o montante investido em 2010, a empresa terá, aproximadamente, 40% mais recursos. A maior parte estará na ampliação da rede da Vivo e em TI.

A Vivo ampliará sua rede de 600 para 2.832 municípios brasileiros, dentro do projeto de expansão de sua cobertura de terceira geração (3G), o Plano Vivo Internet Brasil. Ao término do programa, 85% da população terá acesso à rede móvel 3G. Até dezembro de 2010, a Vivo levou 3G em média para três novos municípios por dia, em um semestre.

“O volume de receitas advindo da expansão de nossa rede 3G fez com que já conseguíssemos o retorno de praticamente todo o investimento realizado”, afirma Roberto Lima, presidente da Vivo.

Uma parte do investimento de 2011 está destinada ao pagamento dos 23 lotes adquiridos no leilão de sobras de freqüências realizado pela Anatel em dezembro do ano passado. O valor final a ser pago pela Vivo será definido na data da assinatura dos termos, conforme as regras estabelecidas no edital e impostas pelo órgão regulador.

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