Internet

Web 3.0 vai trazer mais segurança para transações na Internet, diz especialista

Uma nova proposta para evolução da Internet é o Web 3.0, que traz a expectativa de mais segurança das transações com o uso disseminado de blockchain. De acordo com Otávio Viana, Solutions Engineer Manager da Nava Technology for Business, os dados poderão ficar armazenados na blockchain, garantindo maior segurança e privacidade. “Isso vai contribuir para a criação de ambientes de negócios mais sustentáveis.”

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Hoje, as pessoas enviam suas informações para empresas e elas ficam centralizadas em uma base de dados, como as de redes sociais, sites de compra, mensageiros instantâneos, entre outros. Na Web 3.0, informações ficarão em uma Blockchain sob uma “Wallet” de sua propriedade, e somente serão acessadas com permissão do proprietário. Cada pessoa será a detentora de seus próprios dados e poderá decidir como e com quem deseja compartilhar. 

Abaixo, Viana lista algumas das principais características desse novo padrão: 

  • Descentralização: principal característica do novo modelo, a medida permite que os usuários sejam detentores de suas informações; eles participarão das tomadas de decisão e compartilharão informações de forma segura. 
  • Segurança: ao utilizar a tecnologia blockchain, a Web 3.0 vai garantir mais segurança para o usuário, pois todas atividades terão que ser assinadas com sua chave privada. Além disso, com mais de dez anos de existência, a tecnologia blockchain não sofreu invasão cibernética. 
  • Velocidade: o novo modelo promete remodelar a Web para que ela seja mais rápida, mais segura e mais resistente ao cibercrime. 
  • Transparência: mecanismos que possibilitam avaliar a autenticidade de dados, transações, contratos inteligentes, são alguns exemplos de ferramentas que permitem a eliminação de erros, fraudes e até fake news. 

Considerando os seus benefícios, o especialista acredita que a Web 3.0 trará uma mudança radical na forma como compramos, realizamos pagamentos e interagimos uns com os outros. “Os algoritmos também entenderão os desejos e perfis dos usuários de forma mais consistente. O acesso seguirá sendo feito por meio de browsers e as aplicações (conhecidas como DApps) também passarão a operar de forma descentralizada, possibilitando o acesso direto às blockchains”, finaliza. 

 

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