e-commerce

55% dos brasileiros preferem comprar em lojas que oferecem cashback, diz pesquisa

Woman taking benefit of cash back using smart phone, shopping and money refund concept. Close up hand holding smartphone with button to get started the cashback.

Em alta no e-commerce, cashback impulsiona fidelização nas vendas estimuladas por anúncios.

 

Centenas de lojas de e-commerce no Brasil e no mundo têm investido em diferentes ações para conquistar um novo perfil de consumidor, cada vez mais conectado. Entre as iniciativas mais aquecidas do momento está o cashback, que permite ao comprador receber de volta uma parte do dinheiro gasto em uma aquisição. Por meio dessa prática tradicional do varejo norte-americano e que foi bem recebida pelos consumidores brasileiros, lojistas online passaram a explorar novas possibilidades de gerar fidelização, estimular receitas recorrentes, ampliar as conversões em vendas e capturar uma fatia maior da crescente demanda por compras via internet.

 

CONTEÚDO RELACIONADO – Varejo online deve movimentar US$ 8 tri até 2027, mas haverá seleção dos meios de pagamentos

 

A partir da parceria entre a Rakuten Advertising, especializada em tecnologia para publicidade e marketing digital, e a Méliuz, uma das maiores plataformas de cashback no Brasil, devolver parte do dinheiro da compra está entre os benefícios entregues ao usuário final por meio do marketing de afiliados. Trata-se de uma prática amplamente adotada no ecossistema do e-commerce que aproxima consumidores e marcas por meio de parcerias com produtores de conteúdo terceiros, que veiculam anúncios em troca de comissões.

“Por meio do marketing de afiliados, o cashback gera vantagens não apenas aos compradores, mas também para toda a cadeia de compra e venda na internet, inclusive por meio de anúncios online”, diz Luiz Tanisho, vice-presidente da Rakuten Advertising no Brasil. Além da capacidade de atrair e reter o cliente, o cashback também é vantajoso por se tratar de um investimento por performance, de modo que o e-commerce só paga se a venda for concretizada.

De acordo com um estudo realizado pela ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização), 55% dos consumidores brasileiros preferem fazer compras em lojas que oferecem o cashback como benefício. Já a pesquisa “Panorama da fidelização”, realizada em 2022 pelo TSI (plataforma de educação que fomenta ideias e conceitos sobre fidelização), aponta que o cashback, preferido por 52% dos consumidores brasileiros, supera outras vantagens como descontos (47%) e passagens aéreas (30%).Segundo pesquisa realizada pela Ebit Nielsen, o cashback é o mecanismo de fidelidade mais valorizado por clientes brasileiros – quase o dobro (1,9 vezes mais) do que a oferta de pontos. Um dos fatores que leva o “dinheiro de volta” a ter mais capacidade de atração e retenção do que o desconto é o fato de ser voltado a uma parcela selecionada dos consumidores recorrentes, atingindo de forma efetiva aqueles que têm cadastro na plataforma. Isso permite direcionar a oferta de produtos de acordo com perfis de consumo e região, entre outras sub segmentações. Além disso, ao contrário do desconto, o cashback não altera a percepção de valor do produto, pois o preço cheio é mantido.

Para as marcas que desejam iniciar o processo de integração para passar a oferecer cashback por meio da plataforma da Méliuz, os primeiros passos incluem a escolha de um comissionamento saudável e a organização de um calendário de ações, incluindo estratégias como o aumento da parcela do valor da compra que é devolvida aos consumidores e o investimento em mídia, visando acelerar os resultados.

“O cashback é um excelente recurso de divulgação para marcas por apoiar a divulgação de ofertas para um público com alto nível de engajamento. Com o apoio do nosso parceiro Méliuz, conseguimos dar aos anunciantes acesso a um amplo ecossistema que conta com inteligência de dados, tecnologia e práticas avançadas de fidelização, como o cashback, para impulsionar a aquisição e a retenção de usuários. Isso aumenta as vendas e otimiza os investimentos de marketing das lojas parceiras”, afirma Tanisho, da Rakuten Advertising.

 

Participe das comunidades IPNews no Instagram, Facebook, LinkedIn e Twitter

 

 

 

Newsletter

Inscreva-se para receber nossa newsletter semanal
com as principais notícias em primeira mão.


    Deixe um comentário

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *