A pandemia acelerou a era do trabalho remoto, que trouxe junto consigo novos riscos que os profissionais de TI buscam contornar. De acordo com um estudo global da Thales, fornecedora de tecnologia de segurança, 90% dos executivos brasileiros ouvidos disseram estar preocupados com riscos e ameaças devido ao teletrabalho.
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Seis em cada dez (61%) entrevistados disseram que as ferramentas tradicionais de segurança, como VPNs, ainda são a principal forma de acesso remota oferecida aos funcionários. Quase metade (47%) dos profissionais afirmaram não confiar que seus sistemas de segurança pudessem efetivamente proteger o trabalho remoto.
Além de VPN, as empresas também adotaram infraestrutura de área de trabalho virtual, acesso baseado em nuvem e acesso à rede Zero Trust/perímetro definido (ZTNA/SDP). Quando perguntados sobre quais novas tecnologias de acesso planejavam implantar devido à pandemia, quase metade (43%) indicou ZTNA/SDP (zero trust network access/ software-defined perimeter) como uma das principais escolhas tecnológicas.
A Thales também explorou os planos dos entrevistados de ir além dos ambientes VPN tradicionais, e descobriu que 42% esperam substituir sua VPN por ZTNA/SDP, enquanto 44% esperam implantar uma solução de gestão de acesso na nuvem baseada em políticas, autenticação multifator (MFA) e SSO, devido ao impacto da pandemia
Isso confirma que a necessidade de capacidades de autenticação mais modernas e sofisticadas está impulsionando mudanças em muitas empresas e é vista como um fator importante para a implementação de uma estratégia Zero Trust.
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