A Nvidia lançou uma infraestrutura completa de inteligência artificial (AI) para que empresas implantem seus próprios supercomputadores. A Nvidia DGX SuperPOD já está disponível em tamanhos de cluster que variam de 20 a 140 sistemas individuais da DGX A100. Canais da empresa no mundo devem receber a solução e projetos com a tecnologia vão começar antes do final do ano em países como Coreia do Sul, Reino Unido, Suécia e Índia.
CONTEÚDO RELACIONADO – Brasil não deve ter lei geral de inteligência artificial, segundo especialistas
Vendidos em módulos de 20 unidades interconectadas com a rede Mellanox HDR InfiniBand, os sistemas DGX SuperPOD começam com 100 petaflops de desempenho de AI e podem escalar até 700 petaflops para executar as cargas de trabalho de inteligência artificial mais complexas. A Nvidia acredita que, dessa forma, está simplificando não só a adoção de AI nas empresas, mas a implantação de supercomputadores que, segundo ela, levam anos para serem instalados.
Entre as organizações que já decidiram usar a DGX SuperPOD estão a Naver, o mecanismo de pesquisa líder na Coreia, e o Line, serviço japonês de mensagens, que criaram a marca de tecnologia de AI Naver Clova. A intenção é usar o DGX SuperPOD construído com 140 sistemas DGX A100 para expandir a pesquisa e o desenvolvimento de modelos de processamento de linguagem conversacional.
Já a Universidade de Linköping, na Suécia, está construindo BerzeLiUs, um DGX SuperPOD de 60 sistemas DGX A100. BerzeLiUs será um recurso poderoso para promover a pesquisa de AI e impulsionar a colaboração entre a educação e a indústria sueca em programas de pesquisa financiados pela Fundação Knut e Alice Wallenberg, como o Programa de Inteligência Artificial Wallenberg, sistemas autônomos e softwares, iniciativas de ciências e tecnologia quantum.
Participe das comunidades IPNews no Facebook, LinkedIn e Twitter.

