A Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) apresentou sugestões de medidas econômicas para ajudar a mitigar os impactos na economia brasileira devido à pandemia. O plano de ação, elaborado no final de março, foi apresentado ao governo federal e, desde então, a associação tem dialogado com o Ministério da Economia e acompanhado de perto os projetos de lei, portarias e medidas provisórias.
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Entre as reivindicações pedidas pelas ABES, estão:
- Flexibilização de garantias para obtenção de linhas de financiamento, que ajudam na operacionalização do crédito na ponta para o empreendedor;
- A utilização de Fundo Garantidor da União, sem contrapartida financeira das empresas;
- Manutenção de contratos públicos, quitação de débitos da União junto aos fornecedores e agilidade no fluxo de pagamento;
- Possibilidade de o salário ser transformado em ajuda de custo durante o período de calamidade pública, o que contribui para a desoneração da folha;
- Dispensa, até 30 de setembro, de apresentação de várias certidões para obtenção de crédito em instituições financeiras públicas e suas subsidiárias.
O plano de ação ainda conta com as seguintes propostas de medidas econômicas:
- Prorrogação dos encargos trabalhistas por 12 meses e desoneração da folha de pagamento;
- Quitação de compromissos do Estado junto aos fornecedores;
- Linhas de crédito;
- Prorrogação de vencimento de tributos;
- Facilitação e flexibilização na apresentação de garantias.
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