Pesquisador apresenta solução alternativa para evitar os ataques, mas isto envolve novo registro do Windows, tarefa que muitos usuários evitam.
Na última terça (29), a Adobe lançou uma atualização para o Reader e o Acrobat, com sua visualização em PDF popular e programas de criação. Isto, com 17 vulnerabilidades corrigidas, incluindo uma edição do projeto que deu invasores uma maneira fácil de introduzir malwares nos sistemas dos usuários. O bug, que foi divulgado pelo pesquisador belgo Didier Stevens no final de março, permitiu que hackers se aproveitassem do "Lançamento / função", um recurso que executa outros programas de dentro de um documento PDF.
Stevens também mostrou como um aviso Reader pode ser alterado para enganar mais os usuários: lançando um malware disfarçado como um software legítimo.
"Fiz algumas pesquisas e descobri que a Adobe implementou uma lista negra de extensões para a ação de lançamento, mas que a funcionalidade identifica o tipo de arquivo ‘cmd.exe’ como ‘.exe’, disse ele.
Em seu blog, Stevens ofereceu uma solução alternativa para desviar os ataques da lista negra da Adobe. Sua solução, no entanto, envolve a edição do registro do Windows, uma tarefa que a maioria dos usuários evitam.
"Enquanto as capacidades lista negra por si só não são uma solução perfeita para se defender contra aqueles com intenção maliciosa, esta opção reduz o risco de ataque", disse Brad Arkin, diretor Adobe de segurança e privacidade.
A atualização Reader e do Acrobat para Windows, Mac e Linux pode ser baixada através dos links incluídos no aviso de segurança que a Adobe publicou na semana passada. Como alternativa, os usuários podem executar os programas "built-in” mecanismo de atualização para adquirir as novas versões.

