o coordenador dos programas de inclusão digital do governo esteve na sede da Abinee, em SP, em disse que 2/3 das conexões hoje são de 256 Kbps.
Em coletiva de imprensa junto a Abinee, o coordenador dos programas de inclusão digital do governo, Cezar Alvarez, afirmou nesta segunda-feira (7), que será disposta a internet rápida via fibra óptica (Plano Nacional de Banda Larga) para as operadoras no valor de R$ 230, para que as conexões cheguem ao consumidor custando, em média de R$ 30 ou R$ 35.
Alvarez também respondeu a perguntas sobre a participação da Telebrás no Plano Nacional de Banda Larga e disse que o fórum com as entidades que representarão o Plano Nacional de Banda Larga deverá ser composto por aproximadamente trinta endidades e que sua instalação e lançamento se darão no dia 23 de junho às 10h30.
Já Humberto Barbato, presidente da Abinee, complementou com a informação que o investimento em equipamentos de internet é alto e, portanto, de longo prazo. De acordo com Barbato, a Abinee apóia o incentivo à tecnologia e produção nacional.
Já quanto aos consórcios, segundo Alvarez, não surtirão efeito se não obtiverem licitação. Logo, qualquer empresa ou consórcio poderá obter incentivo do governo.
“O aspecto do capital fica um pouco superado, porque o que importa agora é o desafio e o que é investido dentro da lei da informática”, disse Barbato.
Alvarez também informou que o Plano atenderá inicialmente seis as cidades e que em 2010 pouco será feito devido a baixa capilaridade de fibra optica, hoje em torno de 11 mil quilômetros.
Ele defendeu a velocidade previstas para as conexões no PNBL, de 1 Mbps, contestando que a mais de 2/3 dos lares com internet no País, possui links compartilhados inferiores a 256 Kbps. "Logo, esta capacidade suprirá a necessidade atual dos brasileiros." Alvarez não comentou comparações do PNBL com planos internacionais de banda larga.
PNBL, em números
Alvarez e Barbato afirmaram que o plano é muito novo e que a meta de quatro anos (2014) é de curto prazo, ddevendo gerar resultados conforme seu tempo. Nos quatro primeiros anos, a expectativa é de alcançar vinte e cinco capitais, com investimento de aproximadamente R$ 5,7 bilhões.
Já o setor privado, segundo os porta-vozes, terá financiamento de R$ 6,5 bilhões, com custo zero de PIS e Cofins.
“É importante ter a equalização do tesouro para diminuir a taxa de juros”, concluiu Alvarez.

