Desempenho foi o melhor em todas as unidades da corporação, que obteve média de crescimento de 30%. Colaboração, data center e arquitetura de rede sem fronteira são, segundo Rodrigo Abreu, presidente da operação Brasil, as áreas que puxaram a expansão.
Os resultados foram apresentados pela companhia no final desta quarta-feira, 12/05. A Cisco obteve crescimento de 27% no comparativo com o ano anterior, saltando para uma receita de US$ 10,4 bilhões no trimestre encerrado em 30 de abril.
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John Chambers, chairman e CEO da companhia, considerou o terceiro período o melhor de toda a sua história.
Rodrigo Abreu, presidente da subsidiária brasileira, comentou que os resultados do terceiro trimestre fiscal da companhia eram aguardados com grande expectativa, por ser o primeiro período inteiramente após o fim da crise financeira internacional.
Como destaques, ele cita que a empresa registrou crescimento equilibrado em todos os segmentos de atuação (operadoras, pequenas e médias empresas, grandes corporações e governo).
O executivo atribui os resultados à estratégia da Cisco de manter os investimentos em pesquisa e desenvolvimento, mesmo durante a crise; promover grande realinhamento das despesas, sem alterar a equipe de profissionais; e as aquisições de duas empresas, a Tandberg e a Starent Networks, voltadas respectivamente às áreas de vídeo e mobilidade. “Muitos analistas mencionaram estas aquisições como fatos importantes para que a Cisco mantivesse market share durante a crise”, disse Abreu, ao completar que a companhia, ao contrário, ganhou participação de mercado em várias áreas.
Para ilustrar a atividade da empresa, Rodrigo Abreu, relata que nos últimos seis meses foram lançados vários produtos, 80% deles resultado de desenvolvimento interno, como o WebEX, para colaboração; e o ECR 5000, um roteador para redes móveis.
No Brasil, a empresa já havia registrado crescimento de 30% do segundo trimestre fiscal, e teve o desempenho potencializado no período encerrado em 30 de abril, quando acumulou expansão de 80%.
Colaboração, data center e arquitetura de rede sem fronteira são, segundo Abreu, as áreas puxaram o crescimento, em todos os segmentos de atuação da empresa.

