A acentuada variação cambial, que a afeta em cheio os mercados de TI e telecom, está sendo minimizada pela Cisco com a fabricação local de equipamentos e a integração de sistemas. Agora em setembro, a moeda norte-americana chegou a ser negociada a R$ 4,1952, a maior cotação já registrada em relação ao real.
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Alinhada aos requisitos da Lei de Informática, a unidade fabril, inaugurada 2012, já responde pela entrega de 100% dos servidores, switches e roteadores e por aproximadamente 50% da soma de equipamentos e a integração de sistemas consumidos em solo nacional.
Segundo Laércio Albuquerque, presidente da companhia no Brasil, informa que o aumento da cotação do dólar é algo que afeta a toda a indústria, mas que a produção local minimiza o impacto. “A fábrica também consome componentes importados, mas no todo o impacto da oscilação da moeda é menor”, reforça o executivo.
Durante o Cisco Connect, evento que aconteceu na última 4ª e 5ª feira, 19 e 20 de setembro, respectivamente, Laércio Albuquerque anunciou, sem citar números, que a operação brasileira repetiu o crescimento de dois dígitos de 2017, o que mantém a operação no radar da matriz.

