Empresa defende a neutralidade de rede.
A TIM considera incompleto o diagnóstico e ainda insuficientes as contribuições apresentadas pelo Telebrasil, durante o 55º Painel do Setor, por entender que não foram abordadas as temáticas mais urgentes para viabilizar uma efetiva inclusão digital visando o desenvolvimento da competição no país para a implantação do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL).
Em comunicado enviado à imprensa, a TIM informa que entende ser essencial que o setor promova um marco regulatório equilibrado que garanta um ambiente de redes abertas para o acesso isonômico às infraestruturas fundamentais por parte de todas as prestadoras, que estimule a competição evitando as posições dominantes e incentive o compartilhamento de infraestrutura. Tais pontos, juntamente com a ampliação da disponibilidade de espectro, são as maiores alavancas dos investimentos necessários ao provimento de serviços de qualidade accessíveis a todos os cidadãos.
“Este conjunto de medidas é fundamental e a população seria a grande beneficiada, principalmente por meio da massificação da banda larga móvel que pode propiciar menores preços pela sua maior acessibilidade”, diz Mario Girasole, diretor de assuntos regulatórios e institucionais da TIM Brasil.
Entre os principais obstáculos de um ambiente de redes abertas, destacam-se os valores cobrados e a demora na entrega dos meios de transmissão (EILD – Exploração Industrial de Linhas Dedicadas), bem como a falta de desagregação de redes dominantes, chamada de unbundling, o instrumento de garantia de isonomia de condições de acesso pelos diferentes players a recursos não replicáveis.
A visão da TIM sobre a necessidade deste percurso foi objeto de um estudo detalhado elaborado em conjunto com uma consultoria internacional que foi já apresentado ao Ministério das Comunicações e à Anatel.

