VoIP

D-Link apresenta cinco linhas de produtos para corporações

Com forte presença no varejo, empresa quer agora conquistar médias e grandes organizações com sistemas de conectividade e segurança; mobilidade; vigilância IP; telefonia e voz sobre IP; e gerenciamento de usuários e internet. Negócios serão conduzidos, inicialmente, por 45 integradores, que devem chegar a 60 ou 65 no final deste ano.

A partir do próximo mês, a D-Link começa a desafiar concorrentes no mercado de redes e de telefonia e dispositivos de voz sobre IP, além do segmento de sergurança, com cinco novas linhas de produtos. A companhia anunciou nesta terça-feira, 26/02, a criação da unidade Business Solutions, que concentrará o relacionamento com parceiros e clientes nesta área corporativa.

Além da área de governo, onde a empresa tem presença importante, são alvos as verticais financeira, indústria, educação, saúde e comércio. “Não vamos concorrer com preço, mas com o melhor custo/benefício”, comentou Adriano Luz, diretor de produto da D-Link, ao comentar a participação da empresa neste segmento de alta competição.

Alexandre Wu, diretor geral da unidade Brasil, acrescentou que os produtos corporativos sempre estiveram no portfólio mundial da D-Link, porém não era estratégia da companhia vendê-los no mercado brasileiro devido ao foco no varejo que a empresa desenvolveu neste oito anos de atuação local. “Agora estamos estruturados e com a operação consolidada”, ressaltou.

O portfólio corporativo foi dividido em cinco soluções: conectividade e segurança; mobilidade; vigilância IP; telefonia e voz sobre IP; e gerenciamento de usuários e internet. Neste ambiente estão switches e firewalls; switches wireless, mash e sistemas de segurança; câmeras IP (para vigilância); PBX, telefones IP e gateways; e sistemas de gerenciamento de usuários e internet, respectivamente.

“Integramos todas as soluções de networking em uma marca única, a D-Link”, reforçou o diretor de vendas, Rodrigo de la Fuente. A expectativa é que a unidade responda por  20% do faturamento de 115 milhões de dólares, previstos pela operação brasileira para 2008, e 35% do faturamento de 2010, quando a empresa espera atingir receita de 165 milhões de dólares.

 

 

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