
Recentemente, a NordVPN, fornecedor de serviços de Virtual Private Network, divulgou dados de que 4 milhões de cartões de crédito estão à venda na dark web. A Mastercard figura como a bandeira de cartões de crédito mais afetada, acompanhada pela Visa (quase 80 mil) e Elo (mais de 6 mil). As duas últimas afirmam que seguem as práticas de segurança recomendadas e ressaltam que seus clientes estão seguros.
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A Elo, após analisar as informações obtidas pela pesquisa da NordVPN, identificou que os dados citados no mercado já haviam sido previamente avaliados e esclarece que não houve vazamento de dados em seus sistemas. Além de seguir as boas práticas de segurança da informação e segurança cibernética, a empresa afirma que atua de acordo com o Padrão de Segurança de Dados da Indústria de Cartões de Pagamento (PCI DSS) e com todas as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
“A política de segurança da informação da Elo assegura a confidencialidade dos dados de clientes e parceiros, contemplando todos os sistemas e processos, além da prevenção, detecção e rápida resposta a eventuais incidentes cibernéticos.”
Já a Visa afirma que é bastante restrita nas informações pessoais que coleta de seus consumidores, como detalhado em sua Central de Privacidade. “A segurança cibernética é levada extremamente a sério pela Visa, que monitora continuamente sua rede de pagamento”, diz a empresa.
Na eventualidade de a Visa detectar algum incidente ou possibilidade de incidente, a empresa trabalha com credenciadores, instituições financeiras e de pagamento no auxílio para identificar os números das contas comprometidas para que os participantes de seus arranjos de pagamento possam tomar as medidas necessárias e proteger o consumidor.
Segundo a bandeira de cartões, os recursos de monitoramento de fraude e seu sistema de rede neural fornece aos bancos informações rápidas e precisas para inibir as tentativas de fraude.
A Mastercard não respondeu o pedido de entrevista até o fechamento desta matéria.
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