Com a chegada da COVID-19 ao Brasil e a declaração de pandemia pela OMS (Organização Mundial da Saúde), a consultoria Gartner divulgou, esta semana, recomendações de resiliência e contingência aos executivos de TI para que as empresas estejam preparadas para situações extremas e não sejam obrigadas a interromper as suas operações.
Três ações para empresas garantirem continuidade dos negócios diante do avanço do COVID-19, segundo o Gartner
Na Embratel, Mário Rachid, diretor executivo de Soluções Digitais da Embratel, declara que a operadora, nos últimos dias mapeou as operações internas que podem ser feitas remotamente, o que precisa de pessoa no cliente e aquelas atividades que dependem da presença do colaborador.
“Já sabemos qual é o mínimo de pessoas necessárias em cada uma destas atividades”, diz Rachid. Nesta sexta-feira, 13/03, a expectativa da empresa é concluir o mapeamento dos clientes e, a partir disto, montar um plano personalizado para aqueles altamente dependentes da infraestrutura de TIC.
Segundo Rachid, mais de 80% das atividades da operadora são passíveis de atendimento remoto. “Só não conseguimos atender as atividades manuais como ligar e desligar um switch”, afirma, dizendo que, para isto, já tem um plano de contingência montado.
Rachid conclui que, mesmo em casos extremos, as operações de telecomunicações não vão parar.
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