Investimentos em plataformas de gerenciamento de dados, servidores e em todos os equipamentos ativos da rede devem se tornar ainda mais constantes dentro das empresas
A popularização de inovações tecnológicas como a Inteligência Artificial e a Realidade Virtual tem colocado em evidência o mercado de data center e, como consequência, o gerenciamento de dados. De acordo com o supervisor de Vendas Corporativas da Fibracem, Adriano Rodrigues Fraga, a expectativa ainda é que com a popularização cada vez mais rápida de ferramentas, as empresas intensifiquem os investimentos em redes corporativas.
Para ele, deve-se haver um crescimento assíduo na busca por capacidades cada vez mais altas dos dispositivos storage para armazenamento de informações, mas também na demanda por servidores com maior capacidade de processamento. “As empresas vão precisar investir em plataformas de gerenciamento de dados, mas também em servidores e de todos os equipamentos ativos da rede, para garantir um melhor controle no sistema de contingência de dados”, esclarece Adriano.
Outras razões que explicam o aumento no volume de armazenamento, transferência e gerenciamento de dados, consequentemente do mercado de data center no Brasil, são o crescimento do comércio eletrônico, a digitalização de negócios, a regulamentação e conformidade da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e os investimentos em infraestrutura como o 5G.
O cenário é promissor, mas requer atenção
Segundo o especialista, a estimativa é que nos próximos três anos, um terço das empresas e 25% das pessoas estejam totalmente ativas em ambientes virtuais, o que aumentará ainda mais o volume de gerenciamento de dados.
Para Fraga, esse é um forte indício do quão o consumo de dados aumentará e que, por conta disso, seja necessário realizar, por parte das empresas, investimentos constantes não só em equipamentos de conectividade, mas também em ampliações da infraestrutura de data centers para suportar toda essa demanda expressiva do volume de dados que serão trabalhados
“O aumento do uso da inteligência artificial por diversas empresas, dos mais variados setores da economia tem feito com que elas se tornem uma forte aliada não só para a promoção de marcas e produtos, mas também para tomadas de decisões importantes dentro das companhias. Por isso é fundamental que as corporações promovam o uso cada vez mais ético dessa tecnologia, garantindo transparência no algoritmo, responsabilidade e audibilidade”, finaliza.
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