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Fundação de Rotarianos de São Paulo migra para a nuvem e ganha mais agilidade e flexibilidade

Com mais de 70 anos dedicados à educação, a Fundação de Rotarianos de São Paulo, organização sem fins lucrativos que mantém diversos colégios particulares e faculdades, além do Centro de Educação para Surdos Rio Branco, decidiu iniciar a migração para a nuvem. Segundo ela, os data centers locais poderiam trazer, em um futuro próximo, limitações de negócios e até pedagógicas.

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A Fundação sabia que ia precisar de um parceiro para auxiliá-la no processo e contratou a consultoria Dedalus, que, no primeiro momento, realizou um diagnóstico amplo para mapear as necessidades da organização, considerando a estrutura que a instituição já possuía e seu foco de atuação. 

Dessa forma, por recomendação da Dedalus, a instituição passou a utilizar as soluções do Microsoft Azure, junto com o nível de serviços da Dedalus. De infraestrutura física local, restaram apenas desktops, servidor de autenticação e gerenciamento de catracas. Já para o ambiente de nuvem migrou toda a estrutura principal de TI, com servidores de aplicação, banco de dados e sistemas de RH e ERP. 

A migração trouxe para a Fundação menor downtime e flexibilidade de adaptação. Gustavo Meyer, assessor de tecnologia da Fundação e responsável pela tecnologia educacional, destaca que a instituição obteve benefícios paralelos à migração como, por exemplo, os sistemas operacionais e de banco de dados que foram atualizados para poderem migrar para o Microsoft Azure. 

Com relação à custos, não houve a temida explosão de gastos e, desde o início, a Fundação acompanha e monitora as planilhas de consumo fornecidas pela Dedalus, que oferecem uma visão completa dos recursos que estão sendo utilizados. “Também tivemos a vantagem de não termos mais gastos com energia elétrica, data centers, ar condicionado, atualização de equipamentos e licenças, entre outros”, conta Meyer. 

Migração tranquila 

O processo de migração durou dois meses e ocorreu enquanto a quarentena já havia sido determinada, fato que fez com que a flexibilidade oferecida pela nuvem fosse essencial no trabalho da Fundação e nas mudanças geradas pela necessidade de aulas remotas, principalmente no processo de adaptação dos professores, que já utilizavam algumas ferramentas de educação online. 

De qualquer forma, a nuvem teve um papel muito importante ao viabilizar que toda a equipe de TI, trabalhando de forma remota, tivesse acesso imediato aos servidores e túnel VPN, possibilitando, assim, o desenvolvimento de aplicações, entre outros processos, com a agilidade e flexibilidade da plataforma de nuvem e todo o trabalho da Dedalus. 

Após a pandemia, a Fundação quer entender, novamente, se a estrutura atual continuará adequada ou se haverá a necessidade de trabalhar com mudanças.“Ainda não aproveitamos tudo o que a Dedalus tem para oferecer. Pretendemos seguir ajustando nossa estrutura para otimizar, ainda mais, o uso da nuvem, em termos de serviços e de aprimoramento de banco de dados, e, também, utilizar o recurso de inteligência artificial”, finaliza o executivo.    

 

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