Receita global deve ultrapassar US$ 13 bi.
Verticais de negócios específicos estão encontrando usos atraentes para sistemas de antenas distribuídas (ou DAS, na sigla em inglês), uma arquitetura de infraestrutura para redes sem fio. Segundo pesquisa feita pela In-Stat, projetos para instalação de DAS em hospitais e instalações médicas vão ultrapassar US$ 4 bilhões até 2015.
Há muitas boas razões para utilizar DAS. A primeira é que, para o usuário final, a qualidade do sinal no interior de construções melhora. A proximidade aprimorada de antenas internas propaga melhor os sinais. Segundo porque a potência proveniente de antenas individuais é menor do que a vinda de estações base. A última razão é que as instalações DAS pode ser camufladas em telhados, paredes e postes de luz. Em 2010, 15 mil novos pontos de DAS foram implantados em áreas ao ar livre.
“A DAS é uma tecnologia de mais ou menos uma década de idade, cujo novo desafio é facilitar a propagação de sinais de banda larga”, diz o analista Chris Kissel. “Redes passivas DAS estão dando lugar a redes ativa. Essas redes são contratadas por faixas de frequência suportada, custos de instalações e tipos de aplicações integradas, especialmente em hospitais e no setor de saúde.”
Em 2012, segundo o relatório, o mercado total para todas as implantações de DAS em áreas ao ar livre na América do Norte se aproxima de US$ 2 bilhões. A receita global com a tecnologia vai ultrapassar US$ 13 bilhões em 2015.
No Caribe e na América Latina, as receitas de DAS vão aumentar 20% ou mais durante o período da previsão. Na Europa Oriental, as receitas de DAS começaram modestas, mas devem crescer para mais de 3,8 mil novas implantações em 2015.

