
Esses resultados foram publicados na edição 2020 do programa de pesquisa da Inmarsat sobre tendências de IoT, denominado The Rise of IoT in Mining (“O crescimento da IoT na mineração”, em tradução livre). Os entrevistados na pesquisa afirmaram estar cientes dos danos que um ataque cibernético pode causar e da variedade de ameaças que enfrentam à medida que intensificam a adoção da IoT. Dentre os riscos mais citados estão a falta de segurança no armazenamento dos dados coletados (56%), o mau uso dos dados por funcionários (54%), links inseguros de rede para infraestruturas externas (49%) e ransomware e malware (45%).
Apesar de reconhecerem esses desafios, a resposta do setor tem sido mínima até agora. Na verdade, 53% das mineradoras afirmaram não estar dando prioridade à cibersegurança de suas soluções de IoT e que há muito espaço para melhoria. Embora algumas estejam tomando medidas nesse sentido, fechando parcerias com especialistas em cibersegurança (50%) e implementando o monitoramento ininterrupto da rede (41%), os números ainda preocupam: 11% das organizações do setor ainda não tomaram nenhuma atitude para fortalecer sua estratégia de segurança para a IoT.
A pesquisa revelou ainda a necessidade de preencher uma lacuna cada vez maior de especialistas em todo o setor. Mais da metade (64%) dos entrevistados afirmou não contar com o nível de conhecimento necessário para entregar soluções de IoT.
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