A expnsão das redes 5G nos grandes centros urbanos na América Latina não se repete em outras localidades da região. Segundo o relatório Economia Móvel da América Latina 2024, a adoção do 5G era de 5% em toda a região no final de 2023, mas deve alcançar 14% até 2025. Em abril de 2024, 29 operadoras em 10 países haviam lançado serviços comerciais de 5G.
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O relatório mostra que 65% da população regional utiliza internet móvel. No entanto, 225 milhões de pessoas ainda não o fazem, em grande parte devido a barreiras não relacionadas com a falta de cobertura, mas sim a fatores como a acessibilidade dos dispositivos e a falta de habilidades digitais. A lacuna de uso é maior na Guatemala (49%), Equador (41%) e Peru (40%).
O setor móvel contribuiu com US$ 520 bilhões (8% do PIB) à economia da América Latina e apoiou 2 milhões de empregos em 2023. A contribuição econômica da indústria aumentará para US$ 600 bilhões até 2030, dos quais US$ 70 bilhões virão do 5G.
Prevê-se que o tráfego mensal de dados móveis por conexão na América Latina aumente de 7GB em 2023 para 32GB em 2030, o que colocará uma pressão significativa na capacidade das redes móveis. Novas abordagens políticas serão necessárias para promover a eficiência da rede e garantir investimentos em infraestrutura digital.
As operadoras brasileiras Claro, TIM Brasil e Vivo estão entre as 240 redes móveis pioneiras da iniciativa GSMA Open Gateway, após o lançamento de três APIs comerciais focadas em melhorar a segurança digital em dezembro de 2023.
As conexões celulares IoT licenciadas na América Latina passarão de 74 milhões em 2023 para 125 milhões em 2030, com o Brasil e o México respondendo por quase 80% do crescimento, segundo o estudo.
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