Há pouco interesse pela telefonia rural.

As negociações entre o governo federal e as operadoras de telecomunicações a respeito do Plano Geral das Metas de Universalização (PGMU) e sua participação no Plano Nacional de Banda Larga estariam totalmente estancadas, após uma série de modificações que introduziu a Agencia Nacional de Telecomunicações (ANATEL), no acordo inicial que estava acertado com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo e os representantes das operadoras.
Desta forma, se não tiver o resultado esperado nos próximos dias, as operadoras recorrerão novamente à Justiça com o intuito de evitar a implantação de metas, com a justificativa de que elas são impossíveis de cumprir.
Apenas a Oi está interessada em usar a frequência de 450 MHz para oferecer telefonia rural, enquanto às outras operadoras não interessa prestar este serviço, nem mesmo com a disposição do governo de outorgar gratuitamente o uso dessa freqüência.

