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Nova arquitetura transforma rede em elemento capaz de influenciar decisões de negócios

A Cisco DNA (Digital Network Architecture) é uma arquitetura de rede auto gerenciável e inteligente, com soluções integradas de hardware, software e aplicações.

As empresas que querem continuar competitivas e gerarem novas oportunidades de negócios estão sendo desafiadas a pensar em uma nova arquitetura de rede, que possa oferecer muito mais do que uma conectividade rápida e confiável. O ritmo da inovação e as novas demandas de mercado requerem redes inteligentes, auto gerenciáveis e que participem das decisões de negócios.

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A Cisco DNA (Digital Network Architecture) é uma arquitetura de rede focada nos resultados dos negócios de forma inteligente e automatizada, que prepara as empresas para a transformação digital. Essa arquitetura é especialmente concebida para atuar em três pilares de negócios: inovar mais rápido, otimizar o uso de recursos e reduzir os riscos.

Nessa nova arquitetura, as redes são transformadas em ferramentas com análises em tempo real, integrando hardware e software para que as empresas possam inovar ainda mais rápido. Além disso, é possível automatizar processos e otimizar o uso de recursos da rede, reduzindo custos operacionais e liberando a equipe de TI para trabalhar em projetos estratégicos junto às linhas de negócio, habilitando assim um ambiente de inovação.

As redes também funcionam como sensor e permitem reforçar a aplicação de políticas de segurança da empresa. Há um maior nível de segurança, já que a rede possui inteligência para oferecer análises dinâmicas e em tempo real dos padrões de tráfego e possíveis ameaças. O próprio sistema possibilita impor regras de segurança, segmentando dinamicamente os dispositivos para minimizar o impacto de um ataque, conter ameaças e reduzir o tempo de remediação.

As soluções de virtualização estão presentes na arquitetura de rede Cisco DNA. Serviços como roteamento ou segurança podem ser estendidos para diversas plataformas com gerenciamento centralizado. Com essa nova estrutura em que o hardware não é mais dependente do software, as redes passam a contar ainda com níveis elevados de velocidade e flexibilidade.

 

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