Em 2009 foram investidos US$ 504 milhões em BI na região, sendo que somente no Brasil o valor foi de US$ 251 milhões. Já para 2010, a IDC espera crescimento de 12% para a AL e 14% no mercado brasileiro.
Segundo o estudo Semiannual Business Intelligence and Analytics Applications Tracke no Brasil e na América Latina, realizado pela IDC, no ano passado foram investidos US$ 504 milhões em BI na AL, e para este ano, a IDC prevê crescimento de 12%.
“Só o Brasil investiu US$251 milhões. Isso mostra que o cenário está bastante positivo e que o investimento em BI vem também de pequenas e médias empresas, o que não acontecia antes. Esperamos um crescimento no país de 14% este ano”, declara Samuel Carvalho, analista de mercado de software da consultoria.
A pesquisa revelou também que a grande prioridade de investimento foi no segmento de segurança, seguido pelos sistemas de ERP. “Muitas empresas dispõem de informações organizadas, mas têm a necessidade de vizualizá-las de uma forma mais dinâmica para acompanhar a evolução de diferentes dados e melhorar o controle sobre vendas, estoque e orçamento. É aí que entra a aplicação nas ferramentas de BI”, completa o analista da IDC.
Entre os principais fatores que influenciam na disseminação do Business Intelligence pelas empresas estão as ferramentas de uso simples, os sistemas flexíveis para processar mudanças facilmente (fontes, métricas, relatórios, hierarquias) e a definição e controle sobre o significado dos dados.
A pesquisa mostrou também quais são os resultados mensuráveis que as empresas alcançaram com a implementação da solução de Business Analytics/Intelligence. Entre eles estão: redução de custos, melhoria nos processos de negócio, aumento da retenção de clientes, aumento na colaboração de dados, redução de tempo na geração de relatórios, melhoria no gerenciamento de riscos, aumento nas vendas, identificação de novas oportunidades de desenvolvimento de produtos, melhoria da governança/compliance e melhoria nos níveis de estoque.
Para este ano são esperados investimentos, principalmente, dos segmentos de finanças, manufatura, varejo, distribuição, governo e saúde.

