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Os modelos de monetização de rede óptica dos ISPs

Com a expansão das redes de fibra óptica, os provedores de serviços de telecomunicações de pequeno porte (PPP) ganharam espaço para a oferta de serviços adicionados, os SVAs. E uma das opções é o atendimento a cidades Inteligentes. Em São Paulo, por exemplo, o governo estadual anunciou recentemente que investirá R$ 15 milhões na primeira etapa do programa Cidades Inteligentes.

 

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O programa deve melhorar a conectividade e a iluminação pública de 11 cidades do estado – Barra Bonita, Campos do Jordão, Fernando Prestes, Ferraz de Vasconcelos, Holambra, Iguape, Lorena, Pirajuí, São Carlos, São Luiz do Paraitinga e Santo Antônio do Pinhal.

Além de São Paulo, Caxias do Sul e outras cidades gaúchas engrenaram no projeto de digitalização. O provedor Bitcom fornece a cidades e grandes centros de eventos o projeto 360º, que integra cidades inteligentes por meio da oferta de câmera de vigilância IP.
Este é um exemplo de como as ISPs podem usar a sua rede de fibra óptica para rentabilizar melhor o negócio. Mas há outras diversas alternativas apontadas por Fabrício Araújo, Fabrício Araújo, especialista em Redes da Intelbras, neste terceiro episódio da série Conexão InfraDigital já disponível.

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