Vivo afirma que papel das operadoras é essencial no Plano Nacional de Banda Larga, principalmente em regiões carentes de acesso à internet.
De acordo com o Plano Nacional de Banda Larga, anunciado ontem, a oferta de backphones pela Telebrás é um ponto positivo. Contudo, a TelComp, entidade que reúne as operadoras, terá uma reunião nesta sexta-feira (7) com a Casa Civil para discussão de maiores detalhes, somente afirmam que é necessário, inicialmente, uma redução de impostos.
Segundo uma nota divulgada pela Sinditelebrás, sindicato das empresas de telefonia, a redução de carga tributária e isonomia em relação às novas empresas que participarão do mercado terão de ser colocados em pauta. Isto porque os impostos representam cerca de 60% do preço final dos serviços de telecomunicações das operadoras.
Inicialmente, o PNBL sugere um preço mensal de R$35 reais para velocidades abaixo de 1Mbps, o que, segundo Luiz Cuza, presidente da TelComp, é uma velocidade muito baixa em relação aos planos internacionais de banda larga, pois outros países já projetam acima de 10Mbps para os próximos anos, até mesmo em áreas rurais.
A Vivo afirma que o papel das operadoras é essencial no PNBL, principalmente em regiões carentes de acesso. Neste caso, seria necessária a redução dos impostos, (PIS e Cofins) para que o serviço seja prestado em boas condições.

