Iniciativa permite 30 mil acessos diários à internet na Amazônia.
A Ericsson desenvolveu uma pesquisa, em conjunto com o The Earth Institute e a Millenium Promise, que revela que a vida de pessoas que moram em áreas rurais e remotas, de países em desenvolvimento, teve melhora significativa com o acesso à conectividade móvel. Isto se deve, principalmente, porque os moradores conseguiram acessar serviços de saúde, educação e informações que ajudaram a desenvolver os seus pequenos negócios.
"O telefone celular é atualmente a tecnologia com maior poder para acabar com a pobreza no mundo. Com a propagação da tecnologia 3G, e da 4G em breve, até as escolas mais remotas nas partes mais pobres do mundo poderão conectar-se à internet e compartilhar ideias com outras salas de aula, em continentes diferentes”, afirma o professor Jeffrey Sachs, diretor do Earth Institute da Universidade de Columbia. “Além disso, dados sobre a saúde de uma pessoa podem ser enviados por mensagens de texto para clínicas, com o intuito de obter diagnósticos rápidos para pacientes em áreas remotas. A tecnologia pode salvar muitas vidas.”
A Ericsson tem realizado, em parceria com operadoras e organizações, iniciativas para levar a conectividade móvel a áreas rurais e remotas de países emergentes. Na América Latina, entre os países beneficiados até agora estão Brasil, Chile, Peru, República Dominicana e Venezuela.
Conectividade na Amazônia
No Brasil, a Ericsson se uniu a Vivo e ao Projeto Saúde e Alegria para instalar uma antena celular com acesso de banda larga móvel em Belterra, que está localizada no coração da Amazônia. A iniciativa beneficia diariamente 30 mil pessoas, moradoras de 143 vilarejos, localizados na margem do Rio Tapajós.
De acordo com a Ericsson, moradores que, por exemplo, estavam a pelo menos quatro horas (de barco) de distância de hospitais e escolas, hoje têm acesso imediato à saúde, educação e informações por meio dos telefones e da internet.

