Um estudo feito pela Juniper Research mostra que os serviços de streaming de vídeo podem ter chegado ao limite de crescimento. De acordo com o levantamento, o crescimento, nos próximos cinco anos, será de 14%, saltando de 3,1 bilhões, em 2024, para 3,5 bilhões, em 2028.
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Este crescimento lento pode ser atribuído ao cansaço das assinaturas nos mercados desenvolvidos. A investigação identificou a oportunidade nos mercados emergentes como sendo fundamental para sustentar o crescimento, mas que isso exigiria investimento em conteúdo localizado e parcerias de telecomunicações para ser eficaz.
Um extrato do novo relatório Global Subscription Economy Market 2024-2028, está disponível para download gratuíto.
Para aliviar a fadiga em países desenvolvidos
Os mercados desenvolvidos estão saturados de assinaturas de vídeo digital, com a maioria das famílias pagando pelo menos uma. No entanto, as famílias estão dispostas a aumentar o orçamento de streaming para adicionar novos serviços; forçando os serviços de streaming de vídeo a competir por participação de mercado, substituindo as assinaturas existentes.
A pesquisa descobriu que o pacote de assinaturas é uma opção eficaz para aliviar o cansaço do consumidor com assinaturas e, ao mesmo tempo, manter a receita. Por exemplo, Spotify e Hulu oferecem um pacote com desconto; apelando aos consumidores sensíveis aos preços, ao mesmo tempo que expande o seu público.
Melhorias na infraestrutura estimulam o crescimento nos mercados emergentes
Devido à expansão da Internet de alta velocidade e baixo custo, os mercados emergentes representam uma oportunidade significativa de crescimento para plataformas de streaming de vídeo. Isto é complementado pela crescente acessibilidade dos smartphones e pelo desenvolvimento de assinaturas baratas apenas para dispositivos móveis; reduzindo a barreira financeira à entrada dos consumidores destas regiões.
Para concretizar o plano, a recomendação é que os serviços de streaming de vídeo estabeleçam parcerias com empresas de telecomunicações locais para agrupar os seus produtos, permitindo que os serviços de streaming de vídeo proliferem em países com populações bancárias menores.
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