Casos de sucesso

TIM amplia defesa contra ataques cibernéticos e reduz tempo de resposta a ameaças

Estande da TIM no Rock in Rio 2022 (foto: divulgação).

A TIM Brasil concluiu a proteção de aproximadamente 12 mil endpoints em menos de 20 dias, em um projeto voltado ao fortalecimento de sua operação de cibersegurança. A iniciativa permitiu à operadora ampliar sua capacidade de detecção e resposta a ameaças, reduzir a complexidade operacional e realizar a implementação sem impactos para usuários ou serviços considerados críticos.

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A operadora atua em um setor classificado como infraestrutura crítica e frequentemente alvo de ataques cibernéticos. Diante do aumento da sofisticação das ameaças e das exigências regulatórias, a companhia buscou aprimorar seus processos de monitoramento, investigação e resposta a incidentes.

Antes da modernização, diferentes ferramentas de segurança geravam grandes volumes de alertas que exigiam correlação e análise manual pelas equipes. O cenário aumentava a carga operacional e dificultava a identificação rápida dos eventos que realmente demandavam atenção.

“Com tanta informação chegando, o risco era perder tempo com o que não era essencial”, afirma Fábio Soares Pereira, diretor de Segurança Cibernética e de TIC da TIM Brasil.

Para enfrentar esse desafio, a empresa adotou uma plataforma de detecção e resposta estendida (XDR), da Microsoft, consolidando informações de endpoints, identidades e comportamento dos usuários em uma visão integrada. A medida permitiu que as equipes passassem a atuar com mais contexto desde o primeiro alerta, tornando as investigações mais rápidas e objetivas.

A operadora também ampliou sua capacidade operacional com suporte especializado para validação de alertas, refinamento de investigações e priorização de incidentes. Segundo a companhia, a iniciativa contribuiu para reduzir escalonamentos desnecessários e aumentar a previsibilidade das operações de segurança.

“A equipe especializada passou a funcionar como uma extensão da nossa própria operação”, destaca Moisés Marcone Ferrari, diretor de Cloud & IT Service Management da TIM Brasil.

Implementação sem impacto operacional

De acordo com a TIM, a implementação foi conduzida com foco na continuidade dos negócios. Em menos de 20 dias, cerca de 12 mil endpoints distribuídos por diferentes áreas da companhia já estavam protegidos, sem interrupções para colaboradores ou para os serviços prestados aos clientes.

Com a nova estrutura em operação, a empresa passou a receber alertas mais contextualizados, conduzir investigações com maior agilidade e direcionar mais recursos para ações preventivas. O projeto também contribuiu para reduzir a exposição a riscos e aumentar a eficiência operacional da área de segurança.

A operadora destaca ainda que a evolução cria uma base tecnológica preparada para futuras iniciativas de automação, inteligência artificial e modernização contínua dos processos de segurança. A estratégia busca acompanhar tanto o crescimento do negócio quanto a evolução das ameaças digitais, cada vez mais complexas para empresas do setor de telecomunicações.

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