
A Claro afirma que toda a sua infraestrutura computacional e de rede já está pronta para atender às novas demanda de uso e os modelos de negócios construídos para explorar o potencial do 5G. A operadora vem trabalhando da virtualização dos sistemas de rede e instalação de data centers desde 2018 e hoje reúne “dezenas de edge data centers e mais de 20 mil pontos de presença (POPs), que podem ser convertidos para atender futuras demandas”, afirmou o consultor de engenharia de telecomunicações, Carlos Camardella, durante palestra no webinar Enrich CALA, promovido pelo Portal Telesemana.
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Segundo o consultor, é esta infraestrutura que vai permitir à operadora atender a demandas de baixa latência e alta velocidade de aplicações, usuários ou grupos de usuários. Camardella citou como exemplos a demanda temporária de um gamer para participar de um campeonato ou mesmo aplicações de realidade aumentada e de internet das coisas (IoT).
Ele também lembrou um outro modelo que a companhia está empreendendo na área de indústria 4.0. A operadora participa do “Open Lab WEG/V2COM”, instalando uma rede 5G em uma fábrica da WEG com alto nível de automação em Jaraguá do Sul (SC), em ambiente real de produção.
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