A utilização de chatbots, programas de computador que simulam um ser humano na conversação com pessoas, é uma tendência da automação de marketing em franca expansão e, de acordo com pesquisa do Mobile Time – site de notícias voltado às novidades da indústria móvel -, em 2018 houve um incremento de 27% no número de empresas desenvolvedoras de bots no Brasil. Um exemplo dessa expansão é o sistema desenvolvido pela empresa paranaense de tecnologia SYM, um mensageiro Inteligente, que trabalha interligado com o WhatsApp, com capacidade de interação com qualquer área de atuação e software do mercado.
Com o sistema, é possível fazer agendamentos automáticos, pesquisa de satisfação, distribuição de panfletos e folders digitais, recebimento e armazenamento de arquivos, nos mais variados formatos, inclusive áudios e vídeos.
“O sistema é capaz de perguntar, interpretar as respostas, receber e enviar textos e arquivos de vários tipos, e até inserir no meio do chat, um atendente humano”, explica Júlio dos Reis, diretor e sócio da SYM – Software Your Mode, empresa paranaense focada em desenvolvimento de softwares inovadores e desenvolvedora do Pigeon.
Para ele, o aumento da demanda reforça que as empresas estão buscando por aperfeiçoamento e agilidade no atendimento aos clientes.
“Além de ganharem agilidade no atendimento, as empresas e profissionais liberais conseguem otimizar o tempo para qualificar a entrega de produtos e buscar melhorias nos serviços”, lembra Júlio.
Além do aumento na quantidade de usuários, a pesquisa da Mobile Time mediu o tráfego de mensagens enviadas pelos bots das 66 empresas analisadas durante o período de um ano.
Nesse período, a quantidade de mensagens trocadas com chatbots teve um aumento de 60% – passou de 500 milhões em 2017 para 800 milhões em 2018.
No caso do Pigeon, diariamente, mais de 5 mil usuários utilizam as soluções criadas pelos engenheiros de inovação da SYM.
“O chatbot do Pigeon, mensageiro inteligente adaptado ao que funciona na plataforma do WhatsApp, é capaz de se adaptar aos diferentes mercados e públicos.
E é possível implantá-lo nos setores de educação, saúde, atendimento, varejo, marketing, pets, promoções e qualquer outro segmento de forma muito simples e eficaz”, detalha Luciano Reis, também responsável pelo projeto do Pigeon.
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