A Open Labs, uma empresa do Grupo Altice Labs e desenvolvedora de produtos e serviços digitais, anunciou o Smart Home Hub, uma plataforma universal para criação ágil e flexível de serviços para a Casa Inteligente pelo próprio usuário. A solução é suportada pela tecnologia Wi-Fi, que liga equipamentos criando uma rede mesh, com possibilidade de roaming entre dispositivos. A ideia é que o próprio morador crie seus modelos de interação com a automação da casa.
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Por exemplo, a macroação “quero ver um filme” poderá desencadear o controle da luz ambiente, desligar a música que está tocando, pedir online um pacote de pipocas a um serviço de entregas, além de propor no menu da televisão um leque de filmes disponíveis. Com recursos de informações de utilização, hábitos e a modelos de machine learning, a solução permite ainda propor comportamentos e ações aos usuários tornando, assim, as casas e seus serviços conectados, verdadeiramente inteligentes e personalizados.
A solução surgiu com o objetivo de garantir a interoperabilidade entre os dispositivos inteligentes que já estão no mercado e que gradualmente vão sendo adotados pelos consumidores. Dessa forma, cria-se um ecossistema aberto que garante a comunicação entre dispositivos, como lâmpadas, câmeras, aspiradores e outros eletrodomésticos, sistemas de segurança e de conforto e até automóveis conectados.
Controlar de alguma forma esses dispositivos é possível utilizando as aplicações específicas de cada um ou através de assistentes pessoais, como Alexa e Google Home, com os quais apenas alguns são compatíveis e normalmente através de comandos simples e isolados. É possível, por exemplo, desacoplar um interruptor “burro”, mas não é tão simples torná-lo verdadeiramente inteligente ao ponto de saber quando deve ligar ou desligar uma luz em função de outras ações mais ao menos complexas.
Com o projeto Smart Home Hub, a Open Labs pretende combinar o melhor do Wi-Fi para garantir a melhor experiência de utilização suportando streaming de vídeo e centenas de dispositivos para lá da televisão, com uma capacidade de orquestração de ações sobre dispositivos individuais, ligando-os entre si e oferecendo uma capacidade inteligente de desenvolvimento de serviços em casa sem necessidade de outros sensores ou câmaras de vídeo, para além do router de fibra Wi-Fi e os extensores inteligentes. A interação com esta inteligência em casa será através da voz em linguagem natural ou com o comando da televisão, diretamente no ecrã ou numa aplicação associada.
“Com o projeto pioneiro Smart Home Hub, a verdadeira casa inteligente está chegando e com ela, uma nova forma de a usufruir, simples e intuitiva vai surgir, suportada numa conexão até a residência em fibra ótica de ultima geração, capaz de entregar velocidades de vários gigabits por segundo, e complementada com a nova geração de Wi-Fi e um serviço de televisão inteligente como centro de comando”, complementa Lavrador.
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